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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
RIOVERDEMS | Por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS

Miss EUA Cheslie Kryst morre aos 30 anos após cair de prédio em Nova York

 


A ex-miss Estados Unidos Cheslie Kryst, de 30 anos, que trabalhou como correspondente do programa televisivo “Extra”, morreu após cair de um prédio em Manhattan neste domingo (30). A polícia de Nova York disse ao jornal “Washington Post” que ela cometeu suicídio.

“Com devastação e grande tristeza, compartilhamos a morte de nossa amada Cheslie”, disse a família de Kryst em comunicado. “Sua grande luz foi aquela que inspirou outras pessoas ao redor do mundo com sua beleza e força.” Kryst obteve um MBA e um diploma em direito pela Wake Forest University, na Carolina do Norte. Antes de Kryst entrar no concurso de Miss EUA, ela trabalhou como advogada, fornecendo trabalho legal gratuito para presos que receberam sentenças de prisão injustas, segundo o “Washington Post”.

Ela fazia parte do grupo de cinco mulheres negras que venceram os cinco principais concursos de beleza do mundo em 2019, pela primeira vez, noticiou o “Post”. 

Após sua vitória, Kryst começou a trabalhar como correspondente do programa de entretenimento “Extra”. “Nossos corações estão partidos. Cheslie não era apenas uma parte vital do nosso show, ela era uma parte amada de nossa família ‘Extra’ e tocou toda a equipe”, disseram os produtores do show em comunicado.

Advogada

Cheslie tinha dois diplomas: era formada em direito e mestre em administração de empresas pela Wake Forest University, na Carolina do Norte, e graduada em administração pela University of South Carolina.

Antes de se tornar Miss EUA em 2019, ela trabalhava na área de direito civil e costumava a advogar gratuitamente para presos que lutavam contra sentenças injustas.Na última pergunta no concurso que a coroou, Cheslie foi questionada se o “Me Too” e o “Times Up” (grandes movimentos contra o abuso sexual sistemático) teriam “chegado longe demais” e aproveitou para mencionar sua profissão.


“Não acho que tenham ido longe demais. O que [movimentos como] ‘Me Too’ e ‘Times Up’ buscam é a garantia de que promovamos locais de trabalho seguros e inclusivos em nosso país. Como advogada, é exatamente isso que quero para este país. Acho que são bons movimentos”, disse.


A miss também era a criadora do blog “White Collar Glam”. Ela se inspirou para iniciar o site após “lutar para financiar roupas apropriadas, acessíveis e profissionais. Na época, Cheslie pretendia criar sua própria marca de roupas para o trabalho.


Ano histórico

Cheslie fez história ao estar entre as quatro mulheres negras que venceram os principais concursos de Miss em 2019. Além dela, Nia Imani Franklin (Miss América), Kaliegh Garris (Miss Teen EUA) e Zozibini Tunzi (Miss Universo).


Cheslie, Garris e Tunzi falaram sobre sua conquista histórica em uma entrevista de dezembro de 2019 ao “Good Morning America”.


Com Reuters e UOL

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

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