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TSE autoriza convenções partidárias virtuais nas eleições 2020 devido à pandemia.

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | quinta-feira, 4 de junho de 2020 | Categorias


O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por unanimidade, autorizou nesta quinta-feira que os partidos realizem convenções por meio virtual para a escolha dos candidatos que disputarão as eleições municipais de 2020. A medida foi definida devido à pandemia do novo coronavírus.

O relator, ministro Luis Felipe Salomão, ponderou em seu voto que as convenções virtuais devem seguir as regras e procedimentos previstos na lei, respeitando as normas partidárias e a democracia interna das legendas. Ficou definido que os partidos têm autonomia para utilizarem as ferramentas tecnológicas que entenderem mais adequadas.  O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, concordou com a sugestão do relator para criação de um grupo de trabalho para estabelecer diretrizes a serem obedecidas pelas legendas nas convenções virtuais.  

As eleições programadas para outubro deste ano poderão ser adiadas, mas ainda não há uma definição. Barroso defende que, em caso de mudança, isso deverá ocorrer pelo menor prazo possível.

FCMS lança edital emergencial “MS Cultura Presente II” com prêmio de R$1,8 mil.

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Foi lançado no Diário Oficial de Mato Grosso do Sul desta quinta-feira (4), o edital emergencial “Projeto MS Cultura Presente II” da Fundação de Cultura para selecionar artistas para as 150 vagas não preenchidas da primeira edição. Além das áreas contempladas anteriormente, agora o novo edital atenderá também a Economia Criativa, Pesquisa Cultural e profissionais da Produção Artística.

O edital emergencial foi elaborado considerando a pandemia mundial do coronavírus, que exige medidas de enfrentamento, como a suspensão temporária de eventos coletivos com aglomeração de pessoas. Em decorrência das medidas de contenção da propagação do vírus, os profissionais da cultura do Estado foram privados de executarem seus serviços artístico-culturais e por este motivo estão tendo dificuldades de manter suas necessidades básicas e de suas famílias.

O edital visa a premiação dos profissionais da cultura e as propostas deverão conter 1 (um) vídeo de 4 a 6 minutos contendo apresentação/exposição/oficina/exibição em meio digital, que serão exibidas via internet nas redes sociais da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) e do Estado de Mato Grosso do Sul.“Esse segundo edital está atendendo mais áreas da cultura, sendo muito importante para nossos profissionais nessa situação de pandemia, onde não podem exercer seus trabalhos, ajudando-os a lidar com essa crise. Agradeço ao Conselho Estadual de Cultura que tem sido um forte parceiro da Fundação nessas ações que estimulam alternativas para o segmento e também ao governador Reinaldo Azambuja e ao secretário de governo Eduardo Riedel que prontamente nos atenderam para a realização desses editais emergenciais”, conta Mara Caseiro, presidente da Fundação de Cultura de MS.

Cada artista e/ou profissional selecionado receberá um prêmio de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais) bruto, a ser pago em 2 (duas) parcelas mensais e sucessivas no valor de R$ 900,00 (novecentos reais) bruto, se sua proposta de apresentação on-line for selecionada.Nas propostas apresentadas por grupos de até 4 (quatro) integrantes, cada integrante receberá individualmente nas suas respectivas contas correntes a premiação de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais) bruto, parcelada em duas vezes.  Grupos com mais de 4 (quatro) integrantes receberão o limite de R$ 7.200,00 (sete mil e duzentos reais) bruto de premiação, parcelados em duas vezes, rateados em partes iguais e depositados nas respectivas contas correntes de cada um dos integrantes do grupo.

As inscrições estarão abertas no período de 04 a 15 de junho de 2020, e só poderá ser realizada pelo endereço eletrônico https://forms.gle/fCSycegSZY6M6Vwv6.

Quaisquer esclarecimentos e informações complementares sobre o Edital poderão ser obtidos pelo e-mail ou celular, conforme a área/segmento:

  1. a) Artes Cênicas: (067) 99272-9770 – Márcio Veiga (fcms_teatro@yahoo.com)
  2. b) Música: (067) 99959-6056 – Vítor Maia (fcmsmusica@gmail.com)
  3. c) Artes Visuais: (067) 99912-2010 – Cris Freire (fcms@gmail.com)
  4. d) Audiovisual: (067) 99253-5955 – Lidiane Lima (fcms@gmail.com)
  5. e) Artesanato: (67) 9983-0349 – Rejane Benetti (fcms@gmail.com)
  6. f) Literatura: (067) 99688-1529 – Melly Sena (literaturafcms@gmail.com)
  7. g) Patrimônio Cultural: (067) 99177-1111 – Caciano Lima (fcms@gmail.com)
  8. h) Profissional da Área de Produção Cultural: (067) 99253-5955 – Lidiane Lima (fcms@gmail.com)
  9. i) Pesquisa Cultural: (67) 99293-8844 –Douglas Alves da Silva (douglasalves@gmail.com)
  10. j) Economia Criativa: (67) 9983-0349 – Rejane Benetti (fcms@gmail.com)

O edital completo pode ser acessado pelo Diário Oficial Eletrônico de MS nº 10.089 ou pelos links abaixo:

EDITAL EMERGENCIAL CULTURA PRESENTE II

Ficha de Inscrição
Declaração de não beneficiário em programas sociais
Declaração de ausência de vinculo empregatício

Com assessoria

Morre a cantora gospel Fabiana Anastácio, por complicações do coronavírus

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A cantora Fabiana Anastácio morreu na manhã de hoje após lutar contra a covid-19. A notícia foi confirmada na página oficial da artista, que era conhecida por suas obras no gênero gospel.

Fabiana estava internada há cerca de uma semana, na UTI de um hospital de São Paulo. Uma vaquinha online estabelecida pela família chegou a arrecadar R$ 15 mil para ajudar no tratamento.

Trajetória

Anastácio nasceu em uma família religiosa em Santo André (SP). Após passar a infância e adolescência cantando em corais nas igrejas onde o pai ministrava, ela foi filmada durante um culto e o vídeo ganhou projeção no YouTube.

Anastácio lançou o primeiro disco em 2012, intitulado "Adorador". "Adorador 2 - Além da Canção" (2015) e "Adorador 3 - Além das Circunstâncias" (2017) se seguiram.

No final de maio, antes de ser internada por causa do coronavírus, a cantora chegou a realizar uma transmissão ao vivo para os fãs.

Funileiro que decapitou homem em Coxim usou Coronavírus para tentar deixar a cadeia

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | quarta-feira, 3 de junho de 2020 | Categorias


O funileiro Agnaldo dos Santos Miranda, de 30 anos, preso desde que decapitou um homem em Coxim, usou o Coronavírus (Covid-19) para tentar deixar a cadeia, mas não conseguiu. Sua defesa alegou que ele faz parte do grupo de risco, pois é hipertenso, mas o argumento não convenceu.

Foram duas tentativas de revogação de prisão sem sucesso, uma no TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) e outra no STJ (Superior Tribunal de Justiça). Além do funileiro, outros 19 presos por homicídios no Estado seguiram a mesma estratégia, mas também não conseguiram deixar as prisões, conforme levantamento do CGNews.

O crime aconteceu no início de maio do ano passado, depois de um desentendimento, Miranda decapitou Eliel de Jesus, na época com 44 anos, no bairro Nova Coxim. Depois de arrancar a cabeça da vítima, o funileiro a deixou numa distância aproximada de 80 metros.

Foto: Edição MS/Arquivo
Foto: Edição MS/Arquivo

Preso um dia depois, Miranda confessou o crime e revelou detalhes macabros, inclusive que tinha comido carne do pescoço de Jesus. A motivação seria a insistência da vítima para que ele comprasse drogas, uma vez que o mesmo alegou estar tentando deixar o vício.

Ediçãoms

Covid-19: Sobe para nove o número de casos de coronavírus em São Gabriel do Oeste

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De acordo com o comunicado, os casos são de um homem de 37 anos e de uma mulher de 33 anos.

No final da tarde desta quarta-feira (03), a Secretaria de Saúde de São Gabriel do Oeste informou a confirmação de mais dois novos casos de coronavírus na cidade. Agora o município registra nove casos positivos de Covid-19.

De acordo com o comunicado, os casos são de um homem de 37 anos e de uma mulher de 33 anos. Os casos não são relacionados. Ambos desconhecem a origem do contágio; apresentaram sintomas leves e estão em isolamento domiciliar com monitoramento.

A Secretaria reforça o pedido para que os cidadãos evitem sair de casa sem necessidade, que redobrem os cuidados com a higienização e utilizem máscaras de proteção facial, principalmente ao trabalhar, esperar em filas, ao entrar em comércios, farmácias, bancos e demais locais com fluxo de pessoas.

Vale ressaltar que a equipe da Secretaria Municipal da Saúde monitora os contatos dos pacientes. Diariamente, a Prefeitura Municipal divulga Boletins Epidemiológicos que ficam disponíveis no site da Prefeitura e em sua página do facebook (www.facebook.com/PrefSGO).

Rio Verde reabre pra turismo, mas com regras.

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A cidade de Rio Verde reabriu às portas para os visitantes, mesmo com o aumento de casos do novo coronavírus (Covid-19) em outras cidades do Estado. De acordo com o prefeito do município, Mário Alberto Kruger, no entanto, os atrativos estão autorizados a receber apenas 30% da capacidade total. 

“Nós não voltamos 100%, mas os restaurantes e os atrativos podem abrir contando que com 30% da capacidade. Estamos com uma fiscalização muito séria e seguindo orientações de segurança semelhantes à de outros municípios, como Campo Grande”, explica o prefeito. 

O empresário Rafael Arruda, do Sítio Passarim, explica que os atrativos voltaram com cuidados especiais. “O decreto autorizando o retorno foi publicado na semana passada e estipula 30% só da capacidade de hóspedes para poder voltar a trabalhar, fazer as reservas. Estamos disponibilizando bastante álcool, máscara e todos os apetrechos para contenção da pandemia para os hóspedes. Também tem a orientação de 48h de espaço de uma reserva para outra, para higienizar os cômodos”, explica Rafael.

Segundo o empresário, gradualmente o fluxo de visitantes está voltando. “Semana passada foi um casal. Estamos trabalhando com no máximo 15 pessoas por final de semana, apesar do nosso alvará ser para 100 pessoas”, frisa. 

Rio Verde

O município de Rio Verde está distante a cerca de 188km de Campo Grande. O local tem diversas cachoeiras, rios e fazendas com passeios de aventura.  Até o momento, a cidade teve apenas um caso registrado de coronavírus. 

A cidade de Bonito também anunciou o retorno às atividades no dia 1º de junho, mas apenas em algumas esferas do setor, como hotéis e pousadas. Os passeios devem reabrir apenas em julho. 

 

Rio Verde: Obras de drenagem e pavimentação do Bairro Nova Esperança seguem em ritmo acelerado.

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Aos poucos, os transtornos para os moradores do bairro Nova Esperança vão terminando. As obras de pavimentação e drenagem do bairro Nova Esperança, continuam sem parar naquele bairro.
O Prefeito Mário kruger, ressalta que apesar da pandemia que assola o país, em Rio Verde as obras de infraestrutura não pararam e continuam em ritmo acelerado para sua finalização. As obras e os serviços públicos são executados prioritariamente visando melhorar a qualidade de vida da população.

A vice-prefeita Dinalvinha Viana, que sempre tem acompanhado as obras no município, destacou a importância dessas obras que estão acontecendo em Rio Verde. No momento estão sendo construídas as galerias, caixas e finalizando a colocação de manilhas. Logo após, será feito terraplanagem das ruas beneficiadas para receber pavimentação, meio fio e sinalização, concluiu Dinalvinha.
Ao todo, serão investidos quase 1 milhão de reais, desse valor, R$ 450 mil se referem a uma emenda parlamentar do deputado Vander Loubet, pelo antigo Ministério da Integração Nacional (atual Ministério do Desenvolvimento Regional) e os demais R$ 450 mil são contrapartida do Estado de Mato Grosso do Sul.

Maria Cecília e Rodolfo adiam ao vivo em apoio a campanha antirracista

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | terça-feira, 2 de junho de 2020 | Categorias


A dupla sertaneja de Mato Grosso do Sul, Maria Cecília e Rodolfo, foi ao vivo que seria realizada nesta terça-feira (2), devido a dados coincidentes com o dia dedicado a uma luta antirracista. Anuncio foi feito pelas redes sociais.  

“Repudiamos todo e qualquer tipo de preconceito e apoio à luta antirracista. Ficaremos silenciados em nossas redes sociais com a possibilidade de dar espaço e voz a quem precisa ser ouvido. João Pedro, George Floyd, Eric Garner são apenas alguns dos seres humanos que, infelizmente, representam uma barbárie que afeta o planeta. Se você é negro, branco, asiático ... tanto faz! Lutar pela vida do próximo é o que faz HUMANOS! Sejamos amor, sempre! #BlackoutTuesday #VidasNegrasImportam ”, diz a postagem assinada pela dupla.

Nesta terça-feira (2), a campanha “Blackout terça-feira” ganhou como redes de apoio aos protestos antirracistas em todo o mundo. Vários artistas comprometem-se a não fazer postagens e abster-se de qualquer atividade comercial nos dados.  

Desta forma, ao vivo em comemoração aos 13 anos de carreira da dupla foi transferido para esta quarta-feira (3), às 20h, no canal Oficial do Youtube dos cantores. O objetivo é arrecadar doações para quem precisa de pandemia de coronavírus.  

Uma das primeiras duplas sertanejas de Mato Grosso do Sul, Maria Cecília e Rodolfo, se conhecer na faculdade de Zootecnia e apresentar uma exibição em diversas festas universitárias. Casados, os dois primeiros como amigos e com o tempo na estrada acabaram formando uma família.  

Com 13 anos de carreira, 6 registros em CD e 4 DVD, colecione muitos sucessos, dentre eles, “Você De Volta”, “A Fila Andou”, “Coisas Esotéricas”, “Tchau Tchau”, “Quem Ama Cuida”, “ Dói Só De Pensar ”e“ Depois Da Briga ”.

Nova frente fria chega no próximo domingo e frio pode chegar a 5ºC em MS.

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De acordo com o meteorologista, Natálio Abraão, essa  queda de temperatura registrada nos últimos dias devem continuar até domingo, quando mais uma massa polar forte vinda do Sul deve atingir o Estado.  

“Essa nova frente fria deve chegar entre domingo e segunda-feira (8), os termômetros em MS podem chegar aos 5°C. Rio Verde deve marcar temperaturas abaixo dos 12°C. 

Gigantescos enxames de gafanhotos invadem a África Oriental novamente

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Gafanhotos-do-deserto surgem quando áreas secas ficam alagadas pela chuva, pois buscam solo úmido e arenoso para depositar seus ovos, próximo de uma vegetação que possa alimentar as ninfas de gafanhoto até que as asas se desenvolvam o suficiente para que consigam voar em busca de alimento.Normalmente, quando os gafanhotos têm espaço para se dispersar, eles evitam contato entre si. Contudo, em circunstâncias favoráveis, as populações de gafanhotos-do-deserto podem se multiplicar 20 vezes a cada três meses. As aglomerações causadas devido ao aumento da taxa de reprodução desencadeiam uma mudança de comportamento. Quando não estão mais solitários, eles se transformam em criaturas sociais ou “gregárias”, formando grandes enxames.

Condições de proliferação e migração não foram somente favoráveis, mas ideais. Em 2018 e 2019, uma série de ciclones, que os cientistas atribuem a mares com temperaturas excepcionalmente quentes, chegou ao Oceano Índico e alagou um deserto arenoso na Península Arábica conhecido como Quarteirão Vazio. Em seguida, o número de gafanhotos aumentou subitamente.

“Geralmente, achamos que os desertos são ambientes inóspitos e com baixa produtividade, o que de fato ocorre na maior parte do tempo”, diz Dino Martins, explorador da National Geographic, entomologista, biólogo evolucionista e diretor executivo do Centro de Pesquisa Mpala, no norte do Quênia. O centro está trabalhando para sequenciar o genoma do gafanhoto-do-deserto e descobrir quais fatores ambientais e genéticos podem transformar os gafanhotos de solitários em gregários. “Em condições ideais [no deserto], eles podem mudar e passar a ter maior atividade biológica. É basicamente o que estamos presenciando agora”, diz ele.

Deslizamentos subaquáticos ocultos representam novos perigos no Golfo do México

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Um erro humano causou alguns dos derramamentos de óleo mais infames da história dos Estados Unidos, como os da Exxon Valdez e Deepwater Horizon. Mas causas naturais também podem desencadear desastres épicos: um derramamento que jorra petróleo bruto há 16 anos começou quando uma plataforma de produção de petróleo na costa da Louisiana foi destruída por um deslizamento de terra subaquático.

Agora, evidências obtidas a partir de dados sísmicos sugerem que essas avalanches submarinas são mais comuns no Golfo do México do que anteriormente se acreditava, levantando preocupações sobre as quase duas mil plataformas de petróleo offshore da região, bem como dezenas de milhares de quilômetros de oleodutos e gasodutos que transportam combustíveis fósseis para a costa.

A análise, publicada na revista científica Geophysical Research Letters, mostra que, entre 2008 e 2015, ocorreram 85 deslizamentos anteriormente desconhecidos no fundo do mar no Golfo. Dez deles, segundo o estudo, ocorreram sem nenhum gatilho detectável. Para surpresa dos pesquisadores, os outros 75 parecem ter sido causados por terremotos distantes — principalmente tremores de pequeno a médio porte que ocorreram a centenas de quilômetros de distância ao longo da costa oeste da América do Norte.

“Eu não esperava que deslizamentos de terra fossem tão comuns no Golfo do México”, diz o principal autor do estudo, Wenyuan Fan, sismólogo da Universidade Estadual da Flórida. “E eu não sabia que deslizamentos de terra são tão suscetíveis ao desencadeamento dinâmico causado pela passagem de ondas sísmicas. Sempre tentei provar que eu estivesse errado.”

Um mistério sísmico no Golfo
Os cientistas sabem há muito tempo que o Golfo do México possui um histórico de deslizamentos de terra subaquáticos. O maior fenômeno subaquático desse tipo já documentado ao longo de qualquer costa dos Estados Unidos ocorreu próximo da costa do Texas. Sinais de outros grandes deslizamentos de terra são visíveis no fundo do mar, perto da foz do rio Mississippi.

Os pesquisadores também têm informações do motivo de esse terreno ser tão propenso ao colapso: todos os anos, os rios despejam grandes quantidades de sedimentos no Golfo, fazendo com que esse material solto se acumule rapidamente no leito do mar e crie uma topografia íngreme e instável.

Mas a maioria dos deslizamentos de terra no Golfo que os geólogos catalogaram por meio de levantamentos cartográficos do fundo do mar ocorreram há milhares de anos. Esses eventos não podem nos dizer muito sobre a frequência dos deslizamentos subaquáticos de hoje ou o que exatamente os desencadeia.

Fan e seus colegas começaram a obter algumas das informações ausentes utilizando dados do USArray, uma rede de 400 sismógrafos que migraram de oeste a leste na região continental dos Estados Unidos entre 2007 e 2013, coletando dados por vários anos em cada local. O projeto teve como objetivo “transformar a América em um laboratório natural” e ajudar os cientistas a entender como os terremotos funcionam, diz Fan.

Os dados sísmicos coletados pela rede não refletem apenas terremotos. Muitos outros eventos de movimentação da terra podem acionar um sismômetro, que capta ondas na superfície da Terra, bem como ondas P e S de movimento mais rápido, que viajam através de rochas sólidas mais profundas.

Logo depois que Fan começou a usar alguns dos dados da rede para estudar terremotos no noroeste do Pacífico no fim de 2017, ele começou a detectar sinais no Golfo do México, região onde o número de terremotos é bastante baixo. Depois de analisar as propriedades dessas ondas e projetar modelos para recriá-las, Fan e seus colegas ficaram convencidos de que estavam observando as pegadas sísmicas de deslizamentos de terra subaquáticos — diversos deles.

Em dados coletados continuamente entre 2008 e 2015, os pesquisadores identificaram ondas de superfície associadas a 85 deslizamentos subaquáticos diferentes no Golfo. E o fato mais surpreendente para a equipe foi que quase 90% deles ocorreram poucos minutos depois de um terremoto que ocorreu a mais de 965 quilômetros de distância.

A maioria desses terremotos ocorreu ao longo do limite das placas tectônicas do Pacífico e da América do Norte, entre o noroeste do Pacífico e o México. Muitos deles foram apenas de magnitude 5 — tão leves que, na Califórnia, “os repórteres nem sequer os noticiariam”, afirma Fan.

Essas observações, combinadas ao fato de que terremotos mais poderosos e distantes não produziram deslizamentos de terra detectáveis, sugerem a Fan que a força do terremoto pode não ser o principal fator que determina a ocorrência de um deslizamento de terra no Golfo. Fan enfatiza que são necessárias mais pesquisas para elucidar exatamente como terremotos distantes conseguem derrubar cumes no fundo do mar em uma bacia oceânica a centenas de quilômetros de distância.

“E isso exige um experimento offshore para descobrir todos os mecanismos físicos que podem causar deslizamentos de terra subaquáticos”, diz ele.

A sismóloga do Serviço Geológico dos Estados Unidos Joan Gomberg, que atuou como revisora independente do artigo publicado, diz que os geólogos costumam usar depósitos de sedimentos formados por deslizamentos de terra subaquáticos como evidência de terremotos passados.

“Mas para interpretar esses eventos, a premissa envolve um terremoto nas proximidades”, afirma ela. “O que o trabalho de [Fan] mostra é que o terremoto responsável pode estar bem distante. Então isso complica a forma como interpretamos esses registros.”

O pior derramamento que se poderia esperar
As descobertas de Fan têm implicações que vão além da reconstrução histórica do terremoto. Elas sugerem que as plataformas de petróleo e gás e os oleodutos espalhados pelo Golfo do México podem enfrentar uma ameaça geológica para a qual não estão preparados.

“Não é impossível que uma plataforma possa ser destruída por um deslizamento de terra. Isso já aconteceu”, diz Ian MacDonald, professor de oceanografia da Universidade Estadual da Flórida, que não participou do novo estudo. “Não é impossível que o evento cause um derramamento de óleo extremamente difícil de controlar. Isso já aconteceu.”

MacDonald está se referindo ao derramamento de óleo da Taylor Energy na costa de Louisiana, onde petróleo bruto jorra no oceano a uma taxa de cerca de cem barris por dia desde 2004. Apesar de não ser bem conhecido, esse derramamento é considerado um dos piores desastres petrolíferos da história dos Estados Unidos. A causa? Um deslizamento de terra subaquático desencadeado por ondas poderosas e tempestades provocadas pelo furacão Ivan.

Em 2019, MacDonald publicou um artigo no periódico The Conversation alertando sobre o potencial de outro desastre e considerando-o “a pior hipótese que se poderia esperar para uma catástrofe envolvendo derramamento de óleo”. Enquanto o derramamento de óleo da BP Deepwater Horizon foi causado por uma única falha no poço de perfuração, no caso do derramamento de óleo da Taylor Energy, uma plataforma inteira foi derrubada pela lama, destruindo diversos poços e deixando destroços repletos de petróleo enterrados sob uma espessa camada de sedimentos, onde os vazamentos são difíceis de acessar e conter.

Fan leu o artigo de MacDonald e entrou em contato com ele, iniciando um diálogo que levaria a “diversas conversas frutíferas”, conta MacDonald. Analisando os dados de Fan sobre recentes deslizamentos de terra no Golfo do México, MacDonald percebeu que o risco para a infraestrutura de combustíveis fósseis era potencialmente muito maior do que ele havia pensado.

“[Agora] conseguimos apontar para muitos desses eventos ocorridos ao longo dos últimos dez anos”, diz MacDonald. “O que significa, de uma maneira ou de outra, que estivemos nos esquivando de balas, mesmo sem saber que as balas haviam sido disparadas.”

Fan espera que sua pesquisa ajude as empresas de energia e as agências regulamentadoras a tomarem decisões mais esclarecidas sobre onde novas infraestruturas podem ser construídas com segurança. Ele observa que a maioria dos deslizamentos subaquáticos que sua equipe detectou ocorreu no oeste do Golfo, uma região não autorizada para exploração de petróleo e gás no governo Obama, mas que o presidente Trump começou a abrir para negócios em 2018.

O método de detecção sísmica desenvolvido por Fan também pode ser reformulado para criar um sistema de alerta capaz de proteger a infraestrutura existente. Se uma rede de sismógrafos fosse instalada no leito do mar no Golfo do México para detectar deslizamentos de terra, as empresas poderiam ser alertadas sempre que um sinal fosse registrado nos arredores de sua plataforma, dando-lhes minutos preciosos para implementar procedimentos de desativação de emergência.

Com esse sistema, é possível que um desastre petrolífero seja impedido antes mesmo de começar.

Humanos sobreviverão à sexta grande extinção?

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No último meio bilhão de anos, a vida na Terra foi quase extinta cinco vezes - por eventos como a mudança climática, a intensa era do gelo, os vulcões e aquela rocha espacial que atingiu o Golfo do México há 65 milhões de anos, devastando os dinossauros e um grupo de outras espécies. Estes fatalidades estão dentro do que é conhecido como as Cinco Grandes extinções em massa, e os sinais sugerem que estamos agora no precipício de uma sexta.

Exceto que, desta vez, não temos ninguém além de nós mesmos para culpar. De acordo com um estudo publicado na semana passada no Science Advances (em inglês), a atual taxa de extinção pode ser mais de cem vezes maior do que o normal - e isso só leva em conta os tipos de animais que conhecemos. Os oceanos e as florestas da Terra hospedam um número incalculável de espécies, muitas das quais provavelmente desaparecerão antes mesmo de as conhecermos.

O livro da jornalista Elizabeth Kolbert Sexta Extinção, A: Uma História Não Natural ganhou o Prêmio Pulitzer deste ano na categoria não-ficção geral. Conversamos com ela sobre o que esses novos resultados podem revelar para o futuro da vida neste planeta. Existe alguma chance de frearmos essa enorme perda de vidas? Os seres humanos estão destinados a tornar-se vítimas de nossa própria imprudência ambiental?

O novo estudo que gerou tanta conversa estima que até três quartos das espécies animais poderiam ser extintas junto a várias vidas humanas, o que soa incrivelmente alarmante.

Sim. Esse estudo está observando grupos de animais bem estudados. Eles se restringiram a vertebrados - como mamíferos e pássaros e répteis e anfíbios - e disseram, OK, vamos ver o que realmente está acontecendo. E documentam de forma muito convincente que as taxas de extinção já eram extremamente elevadas no ano de 1500, e estão apenas ficando piores.Eles são números muito altos, e as pessoas estão se acostumando com isso. Crianças que nasceram 10, 20 anos atrás cresceram toda sua vida com esses números. Elas realmente não pensam que isso é muito estranho.

Orquídea chinelo rara
Devido ao excesso de colheitas para fins hortícolas e perda de habitat, 99% das orquídeas chinelo asiáticas (como a Paphiopedilum appletonianum, acima) estão ameaçadas de extinção.
FOTO DE KARL GEHRING, THE DENVER POST/GETTY

As pessoas têm debatido se estamos realmente na agonia de uma sexta extinção em massa. Qual é sua opinião?

Para ser honesta, esse é um daqueles debates em que acho que estamos nos concentrando na coisa errada. Quando tivermos respostas definitivas para essa pergunta, é possível que três quartos de todas as espécies na Terra possam ter desaparecido. Nós realmente não queremos chegar ao ponto em que definitivamente podemos responder a essa pergunta.

O que está claro, e o que está além da disputa, é que estamos vivendo em um tempo de taxas de extinção muito, muito elevadas, na ordem que você veria em uma extinção em massa, embora uma extinção em massa possa levar milhares de anos para acontecer.

Existem habitats, espécies ou grupos de animais que você considera que são especialmente vulneráveis às mudanças que estão acontecendo?

As populações insulares são muito vulneráveis às extinções por duas razões. Elas tendem a viver isoladas. Uma das coisas que estamos fazendo é remover as barreiras que costumavam manter as espécies insulares isoladas. A Nova Zelândia não tinha mamíferos terrestres. Espécies que evoluíram na ausência de tais predadores eram incrivelmente vulneráveis. Um número assombroso de espécies de pássaros já foi perdido na Nova Zelândia, e muitos dos que permanecem estão em sérios problemas.

Assim, os lugares que foram isolados por muito tempo são muito vulneráveis. As espécies que têm alcance muito limitado, que existem apenas em um ponto no mundo, tendem a ser extremamente vulneráveis. Elas não têm para onde ir e se seu habitat é destruído, digamos, então, elas se vão.

Grupos de Leão Marinho de Hooker
Um grupo de leões-marinhos-da-nova-zelândia, também conhecidos como leões-marinhos-de-hooker (Photocarctos hookeri), brinca embaixo d’água perto da colônia de reprodução na Ilha de Enderby, Nova Zelândia
FOTO DE TUI DE ROY, MINDEN/NATIONAL GEOGRAPHIC

O componente humano desta história - o fato de que parecemos ser responsáveis pela sexta extinção - quais são algumas das melhores evidências para nosso envolvimento?

Eu não acho que haja qualquer disputa de que somos responsáveis pelas elevadas taxas de extinção que vemos agora. Há poucas, se alguma, extinções que conhecemos nos últimos 100 anos que teriam ocorrido sem a atividade humana. Eu nunca ouvi alguém argumentar, "oh, taxas de extinção, isso é apenas uma coisa natural que teria acontecido com ou sem humanos." É simplesmente impossível discutir isso.

Se estamos puxando o gatilho, com que carregamos a arma?

Existem milhares e milhares de artigos científicos que foram escritos sobre isso. Nós a carregamos simplesmente caçando. Trouxemos espécies invasoras. Estamos agora mudando o clima, muito, muito rapidamente, por padrões geológicos. Estamos mudando a química de todos os oceanos. Estamos mudando a superfície do planeta. Cortamos florestas, plantamos a agricultura monocultura, o que não é bom para muitas espécies. Fazemos sobrepesca. A lista continua.

Não há escassez de projéteis. Temos um arsenal muito grande agora. 

Ainda é possível para nós abrandar a perda de vidas?

Todas as maneiras pelas quais estamos mudando o planeta que acabamos de discutir - em cada caso, eu poderia apontar o valor de uma biblioteca de relatórios sugerindo como poderíamos fazer as coisas de uma forma melhor. Basta pegar as zonas mortas no oceano como um pequeno exemplo. Poderíamos mudar os regimes de fertilizantes de todos os tipos de formas. Nós despejamos nitrogênio em campos no Centro-Oeste dos Estados Unidos e o fertilizante corre pelo Mississippi e no Golfo do México, e isso causa essas zonas mortas.

O tipo de questão fundamental é: podem 7,3 – ou 8, ou 9 bilhões de pessoas - viver neste planeta com todas as espécies que ainda estão por aqui? Ou estamos em um curso de colisão, em parte porque consumimos um monte de recursos que outras criaturas também gostariam de consumir? Essa é uma pergunta que não posso responder.

Quanto tempo o planeta levou para se recuperar das outras cinco extinções em massa?

Para chegar ao nível anterior de biodiversidade, parece levar vários milhões de anos. Portanto, é possível que, a partir de agora, os seres humanos possam nunca realmente viver em um mundo que não esteja em algum estado de recuperação de um grande evento de extinção, se não no meio de um.

Leões são espécies vulneráveis
Leões são listados como vulneráveis globalmente e criticamente ameaçados em seu habitat natural. Perda de território, declínio de presas e conflitos diretos com seres humanos são as principais causas.
FOTO DE MICHAEL NICHOLS, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE

Então, é possível que a partir de agora, os seres humanos possam nunca realmente viver em um mundo que não esteja em algum estado de recuperação de um grande evento de extinção, se não no meio de um.

Sim. Se você der às espécies de vertebrados (e nós somos outra espécie de vertebrados) uma vida média de um milhão de anos, e você disser que os seres humanos estão em 200 mil anos em seus milhões de anos, e você precipitar uma extinção em massa - mesmo deixando de lado a questão de saber se os seres humanos serão vítimas de sua própria extinção em massa - você não pode esperar que a mesma espécie esteja por perto no momento em que o planeta se recuperar.

Essa é uma pergunta interessante que você acabou de mencionar - será que os seres humanos serão vítimas de sua própria extinção em massa?

Eu não quero afirmar que não podemos sobreviver à perda de muitas, muitas espécies. Nós já provamos que podemos. Somos muito flexíveis. Mas eu acho que o resultado é algo que você não gostaria de descobrir.

Há duas perguntas que surgem: Uma é: OK, apenas porque nós sobrevivemos à perda de X número de espécies, podemos nos manter na mesma trajetória, ou nós eventualmente ponderamos os sistemas que mantêm os povos vivos? Essa é uma pergunta muito grande e incrivelmente séria.

E depois há outra pergunta. Mesmo que nós possamos sobreviver, é esse o o mundo onde se quer viver? É esse o mundo que você quer que todas as futuras gerações de seres humanos vivam? Essa é uma pergunta diferente. Mas ambas são extremamente sérias. Eu diria que elas realmente não poderiam ser mais grave.

Publicado em 23 de junho de 2015.

National Geographic


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Rússia prepara teste do 'torpedo do Juízo Final' no mar do Ártico

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SÃO PAULO


A Rússia se prepara para fazer o primeiro teste operacional de seu “torpedo do Juízo Final”, o drone submarino Poseidon.

A arma vem sendo desenvolvida desde 2015 e agora está em fase final de ensaios no mar, devendo ter um lançamento a partir de submarino feito entre setembro e dezembro. A informação começou a circular na imprensa russa na semana passada, e não há comentário oficial ainda do Ministério da Defesa, mas analistas dizem que ela é real.

Segundo Ivan Barabanov, especialista em sistemas navais em Moscou, o Poseidon já passou pelos testes mais críticos de seu sistema de propulsão nuclear. O cronograma não foi afetado pela pandemia do novo coronavírus, que tem na Rússia o terceiro maior foco de casos no mundo.

Na forma de um grande torpedo de 24 metros de comprimento, o Poseidon é uma das “armas invencíveis” anunciadas pelo presidente Vladimir Putin em 2018.

Ele é movido por um pequeno reator nuclear e, segundo o próprio Putin, teria alcance de 10 mil km.

A arma tem uma velocidade máxima especulada de cerca de 70 nós (130 km/h), o dobro do que submarinos nucleares desenvolvem. Poderia se deslocar mais devagar perto do alvo, para reduzir a assinatura acústica para sonares inimigos.

Mas é sua carga e modo de emprego que preocupa observadores militares. O Poseidon é desenhado para poder levar silenciosamente uma ogiva nuclear de 2 megatons, algo que poucos mísseis fazem hoje.Mais: Barabanov e outros analistas acham que ele poderia levar inacreditáveis 100 megatons para, digamos, Nova York. Isso equivale a 100 milhões de toneladas de dinamite, ou 6.600 artefatos iguais à primeira bomba atômica usada pelos americanos contra o Japão, em Hiroshima em 1945.

A bomba mais potente já testada pelo homem foi explodida pelos soviéticos em 1961, e tinha 50 megatons.

Além da destruição em si num ataque direto, se uma detonação dessas ocorresse a alguns quilômetros da costa, geraria um tsunami que simuladores estimam com dezenas de metros de altura.

E, viajando silenciosamente debaixo d'água, a arma é de detecção e interceptação bastante mais difíceis do que um míssil convencional.

A existência do Poseidon foi conhecida no Ocidente quando o russo permitiu um vazamento proposital da imagem de um croqui da arma pelo canal de TV estatal NTV, há cinco anos.

No ano passado, foi divulgado um vídeo simplório sobre seu funcionamento, além de imagens de sua produção.

Os torpedos são tão grandes, 30 vezes maiores do que modelos pesados atuais, que precisam ser levados no dorso de enormes submarinos adaptados. Dois estão em uso, o Belgorod e o Khabarovsk.

Eles operam no mar Branco, um braço do de águas territoriais russas que deverá ser o local do teste do Poseidon, para tentar evitar espionagem.

O programa de armas de Putin foi ridicularizado como propaganda, mas aos poucos tomou forma.

Duas armas hipersônicas estão operacionais: o míssil Kinjal e o planador Avangard, que é transportado por um míssil intercontinental.

Interceptadores MiG-31 carregam mísseis hipersônicos Kinjal em desfile militar em Moscou
Interceptadores MiG-31 carregam mísseis hipersônicos Kinjal em desfile militar em Moscou - Kirill Kudriavtsev - 9.mai.2018/AFP

Ambas as armas podem carregar ogivas nucleares ou convencionais. O míssil intercontinental pesado Sarmat está em testes e, supostamente, entra em serviço em 2021.

Já o míssil de cruzeiro com propulsão nuclear Burevestnik tem uma carreira mais complicada. Após vários testes relatados na mídia especializada como fracassados, um motor dele explodiu em junho do ano passado.

A Rússia tentou esconder a informação, mas morreram cinco técnicos da agência de energia nuclear e foi detectado um pico de radiação na região do teste, a mesma onde o Poseidon será testado.

O país vem trabalhando em novas armas estratégicas desde os anos 2000, quando os EUA divulgaram seus planos para criar um escudo antimíssil na Europa.

O processo foi acelerado desde que Donald Trump chegou ao poder, em 2017. No ano seguinte, os americanos revisaram sua política de emprego da bomba atômica, na prática facilitando o uso de artefatos menos potentes.

Um deles entrou em operação neste ano, gerando a ameaça do Kremlin de que qualquer lançamento de míssil por submarino americano seria visto como o começo de uma guerra nuclear.

Paralelamente, Washington abandonou mecanismos de controle de armas. Saiu de um tratado simbólico sobre mísseis na Europa e do programa de voos mútuos de reconhecimento com a Rússia e outros países.

Trump e Putin têm até o ano que vem para negociar uma renovação do principal acordo de controle de ogivas nucleares, o Novo Start, mas o americano já deu indicações de que deverá deixá-lo caducar, elevando assim o risco de uma corrida armamentista atômica.

O americano quer que a China faça parte de novas negociações, o que é rejeitado por Pequim —a rival asiática tem 320 ogivas nucleares operacionais, ante 1.750 dos EUA e 1.572 da Rússia.

O Kremlin, por sua vez, estabelece um morde e assopra. Nas águas do Ártico, irá fazer no fim da semana um exercício militar com 30 navios e 20 aviões ao longo da costa norueguesa, uma resposta à primeira incursão de navios da Otan (aliança militar liderada pelos EUA) desde os anos 1980 no mar de Barents.

Por outro lado, querendo evidenciar que a Otan age de forma agressiva com simulações perto de suas fronteiras e voos de bombardeiros junto a seu espaço aéreo, o Estado-Maior russo informou nesta terça (2) que não fará mais exercícios perto da Europa neste ano.

O grande treinamento do ano, o Kavkaz-2020 (Cáucaso-2020) será "empurrado" para áreas mais centrais do país, na esperança de demover os ocidentais de fazerem os seus em regiões próximas ao território russo.

Caminhoneiro de 51 anos de Coxim é o oitavo infectado pelo Coronavírus.

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Um caminhoneiro de 51 anos, morador de Coxim, é o oitavo infectado pelo Coronavírus (Covid-19). A divulgação foi feita pela Prefeitura no final da tarde desta segunda-feira (1), por meio de boletim epidemiológico. Pouco tempo depois, o novo caso foi detalhado por meio de live no Facebook.

A nova vítima da doença está internada no Hospital Regional Álvaro Fontoura. O secretário de Saúde, Franciel Oliveira, não acredita que o caminhoneiro tenha se infectado em Coxim. Ele sentiu os primeiros sintomas no dia 20 de maio, quando estava trabalhando no Paraná.

Logo em seguida, o paciente retornou para a Rondonópolis (MT), onde fica a sede de sua empresa, e relatou o que estava sentindo. O caminhoneiro entrou em contato com a equipe do Covid-19 em Coxim, recebeu toda orientação e procurou uma unidade de Saúde.

No último sábado (30), o caso dele se agravou, apresentando dificuldades para respirar, e foi internado no HR de Coxim. No mesmo dia o paciente fez uma tomografia, que constatou o comprometimento dos pulmões. Desde então, o caminhoneiro segue internado, porém, seu estado de saúde é considerado estável.

Quatro pessoas da família, que tiveram contato com o paciente, foram colocadas em quarentena por 14 dias e são acompanhadas pela equipe de monitoramento. Caso elas apresentem algum sintomas terão material coletado para exames.

Na mesma live, o prefeito Aluizio São José (PSB) comemorou o fato de sete infectados já terem recebido alta da equipe médica, inclusive um idoso de 99 anos que vivia em situação de rua. Esses sete, embora ainda constem no boletim epidemiológico, já são considerados curados. A orientação das autoridades sanitárias continua sendo a higiene pessoal, principalmente das mãos, assim como o distanciamento social.

Homem corta tornozeleira de propósito para voltar à prisão e ficar com namorado

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Na manhã desta terça-feira (02), uma equipe da Guarda Municipal de Dourados (GMD) prendeu um homem identificado apenas como Rafael, de 37 anos, após ele cortar a tornozeleira eletrônica.

Segundo o Dourados News, Rafael que possui condenação por furto acabou recebendo o  benefício da tornozeleira eletrônica, mas não gostou muito.

Ele disse que sentiu saudades do namorado e que deseja voltar à Penitenciária Estadual de Dourados (PED), para ficar junto do seu ‘amado’, que está cumprindo pena no local.

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