CIDADES
INTERNACIONAL

Rick, da dupla Rick & Renner, morre aos 59 anos

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | terça-feira, 22 de setembro de 2026 | Categorias , , , , ,



A morte do cantor Rick, da dupla Rick & Renner, foi confirmada nesta terça-feira, 22, após o helicóptero em que ele estava sofrer um acidente em Santa Catarina. A aeronave desapareceu na região de Urubici, na Serra catarinense, e foi alvo de buscas do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) e da Força Aérea Brasileira (FAB). 

Na segunda-feira, 21, a assessoria do cantor confirmou que ele estava no helicóptero. O empresário Bruno Avelar também estava a bordo. Antes do embarque, Rick publicou nas redes sociais um vídeo em frente ao helicóptero, no qual Avelar aparece ao lado de uma mulher loira. O cantor também filmou os dois pilotos.

Trajetória de Ric

Geraldo Antônio de Carvalho, conhecido como Rick Sollo ou apenas Rick, nasceu em Monte do Carmo, no Tocantins, em 5 de dezembro de 1966. Começou na música aos 10 anos e passou por diferentes duplas antes de formar Rick & Renner com Renner Reis, em 1986.

A dupla ganhou projeção nacional nos anos 1990. O primeiro álbum oficial foi lançado em 1992, mas o principal sucesso veio em 1998, com "Ela é Demais". Ao longo de 25 anos, Rick & Renner venderam mais de 10 milhões de CDs.

Além de cantor, Rick também atuou como compositor e produtor musical. Suas músicas foram gravadas por artistas como Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Daniel, Gian & Giovani e Gino & Geno.

Rick também teve uma carreira solo e lançou álbuns como "Pronto pra Te Amar", em 2011, e "Foi Deus", em 2015. Em 2017, formou com Giovani, da dupla Gian & Giovani, o projeto "Dois Corações".

Rick & Renner tiveram períodos de separação e retomaram a parceria em diferentes momentos. A dupla voltou a se apresentar junta em 2018.

Banco do Brasil realiza mutirão para estimular financiamento de veículos em Mato Grosso do Sul

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | quinta-feira, 27 de agosto de 2026 | Categorias , ,

 


O Banco do Brasil realiza nos dias 26 e 27 de agosto o Move BB Day, um mutirão voltado a clientes interessados em financiar veículos para trabalho e geração de renda em Mato Grosso do Sul. A iniciativa busca ampliar o acesso ao crédito para renovação de frotas, modernização dos meios de trabalho e apoio a profissionais e empreendedores que utilizam o veículo como ferramenta de sua atividade.

Durante a ação, 32 agências do BB de 18 cidades de Mato Grosso do Sul abrirão uma hora antes do horário habitual de funcionamento para oferecer orientação especializada, esclarecer dúvidas e apoiar a contratação das linhas de crédito do Move Brasil. Nas demais localidades, as agências funcionarão em seu horário regular e também estarão aptas a atender os clientes interessados, com acesso às mesmas condições negociais oferecidas durante o mutirão.
“Escolher um veículo para trabalhar envolve planejamento, e o crédito precisa fazer parte dessa análise. No Mato Grosso do Sul, colocaremos conhecimento técnico e especializado a serviço do cliente, para que ele enxergue as alternativas com clareza e encontre uma resposta adequada ao que precisa”, afirma Fernando Flor, superintendente do BB.
Para acessar as cidades e agências onde haverá essa ação, clique aqui ou acesse bb.com.br/movebbday. Nas localidades onde houver feriado municipal ou estadual nas datas do evento, as agências permanecerão fechadas, em respeito ao calendário local.
Outras informações sobre as linhas Move Brasil Táxi e Aplicativos e Entregadores e Motoapp podem ser acessadas no portal do BB.
Serviço
Move Brasil Táxi e Aplicativos
• Público: motoristas de aplicativo e taxistas ativos
• Prazo: até 72 meses
• Carência: até 6 meses
• Taxas: a partir de 0,91% a.m. (mulheres) e 0,99% a.m. (homens)
• Contratação: agências BB e App BB
Move Brasil Entregadores e Motoapp
• Público: entregadores, mototaxistas, motofretistas e profissionais de plataformas digitais
• Prazo: até 48 meses
• Carência: 2 meses
• Financiamento: até 100% do valor do veículo de duas rodas
• Taxas: a partir de 0,90% a.m. (mulheres) e 0,97% a.m. (homens)
• Contratação: agências BB e App BB

Vetanco, Dr. Bata e Udesc inauguram laboratório de alta tecnologia para produção animal, em Chapecó (SC)

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Investimento de R$ 7 milhões viabilizou parceria público-privada inédita com a universidade, criando um ambiente estratégico para pesquisa e inovação no agronegócio

A Vetanco e a Dr. Bata – empresas de referência global em saúde animal – inauguraram uma das mais avançadas estruturas laboratoriais da América Latina dedicadas à análise de alta fidelidade de insumos e produtos destinados à produção animal, o BV Lab. Instalado em Chapecó (SC), a unidade recebeu investimento de aproximadamente R$ 7 milhões das duas companhias e foi viabilizado por meio de parceria público-privada (PPP) com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que cedeu o terreno no Centro de Educação Superior do Oeste e utilizará a estrutura em atividades de graduação (iniciação científica) e pós-graduação (mestrado e doutorado).

Com 343m² distribuídos em oito laboratórios, o BV Lab reúne atividades de pesquisa e desenvolvimento, controle de qualidade e diagnóstico. A estrutura conta com tecnologias para análises microbiológicas, cromatográficas, imunológicas e moleculares, possibilitando a identificação de microrganismos, detecção de micotoxinas em alimentos e rações, além de ensaios físico-químicos voltados à nutrição animal. O objetivo é oferecer suporte científico de alta complexidade à cadeia de produção, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico, formação de profissionais e transferência de conhecimento para o mercado.

"A Vetanco está no Brasil há 25 anos e desde o início estava claro que o país tinha potencial para avançar para os mercados de maior qualidade de proteína animal do mundo e que contava com ciência de excelência e profissionais altamente qualificados. Decidimos investir aqui e contribuir para as cadeias produtivas levarem as proteínas brasileiras com a máxima qualidade para o mundo. Estamos entregando um empreendimento com tecnologia de última geração, enorme potencial para dar suporte aos nossos clientes e, ao mesmo tempo, ampliar a experiência acadêmica dos estudantes", declara o vice-presidente da Vetanco, Horacio Mancini.

Para a COO da Dr. Bata, Melinda Váradi, o BV Lab representa o principal resultado de uma parceria construída ao longo de décadas. "Nossa história é baseada na confiança, em valores compartilhados e na certeza de que, juntos, podemos alcançar sempre mais. O resultado mais recente dessa parceria é o BV Lab. É aqui que começa o desenvolvimento de novos produtos planejados especialmente para o mercado brasileiro. Tenho confiança de que muitos pesquisadores e profissionais se beneficiem dessa colaboração com a universidade e gerem excelentes resultados para a comunidade acadêmica, Chapecó e todo o estado."

O reitor da Udesc, José Fernando Fragalli, destacou o pioneirismo da iniciativa. “A PPP que deu origem a este empreendimento é a primeira da Udesc. Então, todos nós – Vetanco, Dr. Bata e Udesc – representamos a vanguarda. Esta data representa mudança de paradigma para nós e é um ganho incomensurável para a cidade, porque oferece a Chapecó uma base tecnológica muito sólida para negócios e recursos humanos que serão gerados a partir daqui.” Ele salienta que “a parceria já nasce internacional”, com a união do Brasil com companhias que representam mercados importantes, como o Mercosul (caso da Argentina, sede global da Vetanco) e também da União Europeia (a exemplo da Hungria, onde fica a matriz da Dr. Bata).

Estrutura pensada para o futuro

A direção-geral do BV Lab fica sob responsabilidade do zootecnista Marcel Manente Boiago. Mestre e doutor em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), ele é professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) há mais de 10 anos e acompanhou desde o início a parceria entre a universidade, a Vetanco e a Dr. Bata que culminou na concepção do laboratório. Especialista em avicultura, ele conta que essa trajetória começou em 2014, quando a fazenda experimental da Udesc em Chapecó ainda tinha estrutura bastante simples.

"O BV Lab tem origem nessa estrutura aos fundos [do prédio central do campus, à frente da entrada do novo laboratório], um aviário simples, porém eficiente. No passado, não tínhamos estrutura na fazenda experimental e ali fizemos um teste de segurança de um dos produtos da Vetanco, que foi registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária. Após esse primeiro contato, muitos outros testes de produtos aconteceram, fortalecendo essa importante relação profissional".

A cooperação avançou nos anos seguintes. Em 2020, a Vetanco investiu na construção de um aviário experimental para frangos de corte, além da rede hidráulica da fazenda e do setor de suinocultura. Em 2021, surgiu a proposta de implantação do laboratório, que amadureceu até a inauguração do BV Lab. "Estou muito feliz em ver um projeto tão robusto e elaborado com tanto cuidado e dedicação sair do papel e se materializar em uma unidade laboratorial moderna e completa e que será extremamente útil para a ciência do Brasil e também do mundo", afirma Boiago.

A responsável técnica e laboratorista do BV Lab é Bruna Klein, contratada pela Dr. Bata Brasil. Graduada em tecnologia de alimentos, ela possui mestrado e doutorado nessa mesma área, pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Para ela, o BV Lab representa um novo patamar de integração entre pesquisa, tecnologia e serviços analíticos, por reunir recursos que transformam conhecimento científico em soluções para um mercado cada vez mais exigente e contribui para o futuro da produção animal.

"Aqui, vamos realizar análises indispensáveis para o controle de qualidade de produtos, como quantificação de proteína, umidade e cinzas. Também contamos com tecnologias altamente consolidadas para análise de micotoxinas e com um fluxo integrado de biologia molecular, que começa na extração do DNA de microrganismos e permite sua identificação precisa. O BV Lab integra uma das estruturas laboratoriais mais tecnológicas da América Latina e buscamos certificações em nível internacional para ampliar nossa capacidade de gerar resultados e, consequentemente, resolver problemas do agronegócio", explica Bruna.

Sobre a Vetanco

A Vetanco é um laboratório veterinário internacional que, desde 1987, desenvolve, fabrica e comercializa soluções para a saúde animal. Presente em mais de 40 países, a empresa oferece produtos internacionalmente comprovados, controlados e seguros, que contribuem para o aumento da produtividade e da segurança agroalimentar, reforçando seu compromisso com a oferta de produtos seguros para alimentos seguros, reconhecidos pelos mercados mais criteriosos. No Brasil, a empresa tem unidades em Chapecó (SC) e Vinhedo (SP). Para mais informações, acesse www.vetanco.com/br.

Simpósio debate futuro e inovação no mercado de sementes forrageiras

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Crédito fotos: Valdecir Gomes e Marcelo Guazzi

Especialistas discutiram edição gênica, combate à pirataria e tecnologias para a pecuária durante XXIII CBSementes, em Foz do Iguaçu

O avanço da biotecnologia, as possibilidades abertas pela edição gênica, o uso da inteligência artificial e as transformações no mercado global de sementes estiveram entre os principais temas debatidos nesta terça-feira (25), em Foz do Iguaçu, durante o VI Simpósio Brasileiro de Sementes de Espécies Forrageiras. 


O encontro integrou a programação científica do XXIII Congresso Brasileiro de Sementes (CBSementes), realizado pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), e reuniu pesquisadores, produtores e lideranças do setor para discutir as principais inovações tecnológicas e desafios mercadológicos do segmento. 


Ao longo do simpósio, os painéis abordaram temas estratégicos para a pecuária e a agricultura sustentável, incluindo soluções e atualizações para forrageiras temperadas, os impactos da inteligência artificial e da edição gênica, o uso da biotecnologia na produção de sementes tropicais, o manejo de doenças, além de debates profundos sobre fiscalização, legislação e a liderança global do Brasil no mercado de sementes.


O primeiro painel do simpósio concentrou-se nos avanços biotecnológicos e nos avanços regulatórios e de mercado relativos às forrageiras. O chefe-geral da Embrapa Soja e especialista em biotecnologia, Alexandre Nepomuceno, destacou a celeridade e a acessibilidade da tecnologia CRISPR no melhoramento genético vegetal. "Para desligar um gene de soja me custou 15 mil dólares e quatro meses; para fazer exatamente a mesma coisa, eu fiz em uma semana por 500 dólares com CRISPR."


Em sua apresentação, Nepomuceno detalhou como a edição genômica permite modificar rotas metabólicas específicas para aumentar a digestibilidade, otimizar o perfilhamento, retardar a senescência foliar e aumentar a tolerância ao estresse hídrico. Além disso, reforçou que o ambiente regulatório brasileiro, liderado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), tem tratado plantas editadas que não contêm DNA exógeno como convencionais, o que reduz drasticamente os custos e o tempo para disponibilizar novas cultivares no mercado.



Qualidade e avanços nas forrageiras temperadas


Em seguida, o palestrante Daniel Montardo, pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, apresentou um panorama sobre a evolução da qualidade das sementes de forrageiras temperadas no Sul do Brasil e o impacto de programas estaduais e normativas recentes. "Entre as declaradas como certificadas, 67% cumpriam a instrução normativa, mas mais de 30% não cumpriam, não conseguiam atender; e entre as sementes não certificadas, só 32% cumpriam a normativa."


O palestrante explicou as ações desenvolvidas pelas subcomissões de sementes e mudas, com destaque para o ajuste de padrões em aveias-brancas forrageiras via Instrução Normativa nº 31, a implementação do Programa de Sementes Forrageiras do Rio Grande do Sul e as estratégias para superar gargalos como a ausência de produtos fitossanitários registrados para culturas menores (minor crops) e os desafios da dormência e sementes duras em leguminosas.


Manejo fitossanitário de doenças em inflorescências


Já, o palestrante Márcio Sanches, pesquisador da Embrapa Gado de Corte, abordou o impacto e o diagnóstico de doenças fúngicas que afetam a produção de sementes de forrageiras tropicais (Brachiaria e Panicum), como a mela-das-sementes (Claviceps sulcata), o carvão-da-brachiaria (Ustilago operta) e a cárie-do-sino (Tilletia ayresii). 


Sanches apresentou os avanços nas metodologias moleculares de diagnóstico rápido via técnica LAMP (Loop-Mediated Isothermal Amplification), que permite identificar a presença de patógenos ainda na fase vegetativa/emborrachamento ou em lotes de sementes com alta sensibilidade e em menos de uma hora, viabilizando estratégias preventivas de manejo e mitigando perdas diretas na colheita. 


Além do painel de abertura, a programação do simpósio desdobrou-se em debates aprofundados sobre a posição do Brasil no mercado internacional, a segurança jurídica do setor e a nutrição vegetal.


No Painel 2, a palestrante Joyce dos Santos, da Embrapa Sede, discutiu os arranjos negociais público-privados focados no mercado de sementes, demonstrando modelos de parceria que aceleram a inovação. Na sequência, José Roberto da Fonte, da Vivarium Consultoria em Agropecuária Ambiental, abordou o protagonismo brasileiro no mercado de sementes forrageiras tropicais, analisando o processo de consolidação, rupturas tecnológicas e os novos horizontes para a exportação.


Os aspectos de fiscalização e combate à ilegalidade ganharam destaque no painel 3, com a palestra da representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Aleshisa Rosa, que detalhou o funcionamento do Programa Monitora e a aplicação de inteligência artificial na identificação do comércio irregular de sementes. Complementando a discussão legal, Renê Parmejiani, da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), apresentou as ações da Rede Nacional de Fiscalização de Sementes (RNFSem) e o avanço no uso de ferramentas tecnológicas para coibir a pirataria no campo. Por fim, Tiago Catuchi, docente da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), ministrou palestra sobre fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas, ressaltando como o manejo nutricional adequado constitui a base para garantir altos índices de vigor, germinação e qualidade na produção de sementes de espécies tropicais.


Ao avaliar os avanços apresentados no evento, a coordenadora do simpósio, Jaqueline Verzignassi, da Embrapa Gado de Corte, ressaltou a maturação tecnológica do segmento e a relevância das redes de cooperação. "A biotecnologia avançou e as ferramentas já mostram potencial de uso aplicado nas forrageiras", afirmou.

Ela destacou o papel da inteligência artificial como aliada no combate ao comércio irregular e defendeu o fortalecimento dos arranjos negociais. "No caso das conexões público-privadas, por exemplo, atualmente uma empresa obtentora não atua sozinha; as parcerias são fundamentais para subsidiar financeiramente a pesquisa, para o marketing da forrageira e o posicionamento da cultivar no mercado", observou Jaqueline, lembrando ainda que essas parcerias frequentemente viabilizam pesquisas complementares essenciais para o setor.

Crédito fotos: Valdecir Gomes e Marcelo Guazzi

Caminhoneiro morre após sofrer descarga elétrica ao enlonar carreta na BR-163 entre São Gabriel do Oeste e o distrito de Congonhas.

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | quarta-feira, 17 de dezembro de 2025 | Categorias , , ,

 



Um caminhoneiro de 50 anos morreu na tarde de quarta-feira (17) após sofrer uma descarga elétrica enquanto se preparava para enlonar uma carreta bitrem estacionada no pátio de uma empresa às margens da BR-163, no km 588, entre São Gabriel do Oeste e o distrito de Congonhas (Posto São Pedro).
De acordo com informações apuradas pelo Veja Folha, o veículo estava estacionado em baixo de cabos de alta tensão da rede elétrica no momento do acidente. Durante o procedimento de enlonamento, o motorista teria encostado a cabeça em um dos cabos energizados, sofrendo a descarga elétrica.
Equipe do SAMU de São Gabriel do Oeste foi acionada, mas, ao chegar ao local, constatou que a vítima já estava sem vida. A carreta estava sendo carregada com milheto no momento do ocorrido.

Rio Verde-MS: Escola Estadual Vergelino Mateus De Oliveira, Faz Chamada Pública Para Aquisição De Gêneros Alimentícios

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | sexta-feira, 12 de dezembro de 2025 | Categorias , , ,

 




AVISO DE ABERTURA

 

 

A ESCOLA ESTADUAL VERGELINO MATEUS DE OLIVEIRA, localizada no município de Rio Verde de Mato Grosso, através de seu representante ao final assinado, torna público que por intermédio da equipe de licitação designada pela Associação de Pais e Mestres da referida Unidade Escolar, torna aberta a CHAMADA PÚBLICA Nº 01/2026, sob número de processo NUP 29.080.573/2025 para aquisição de gêneros alimentícios da Agricultura Familiar para alimentação escolar no ano letivo de 2026. O edital poderá ser obtido na EE Vergelino Mateus de Oliveira, situada a Rua Maria Emília, nº 110, Bairro Nova Rio Verde.

 

Rio Verde de Mato Grosso/MS, 11 de dezembro de 2025.

 LORRAINE DE ASSIS ANTONIO MACIEL

CPF 762.715.601-72

Presidente da Comissão de Licitação

Equipe de Rio Verde brilha no XXIII Campeonato Brasileiro de Ligas de Judô e ajuda LMSJ a conquistar 4º lugar geral em Vitória – ES

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | segunda-feira, 24 de novembro de 2025 | Categorias , , ,

 

Equipe de Rio Verde brilha no XXIII Campeonato Brasileiro de Ligas de Judô e ajuda LMSJ a conquistar 4º lugar geral em Vitória – ES

 

A equipe de Rio Verde de Mato Grosso teve participação marcante no XXIII Campeonato Brasileiro de Ligas de Judô – Troféu Sensei Manao Ninomya, realizado no ginásio Tancredão, em Vitória, Espírito Santo.

 A competição reuniu atletas de várias regiões do país e contou com a presença de 42 judocas da Liga Sul-Mato-Grossense de Judô (LMSJ), que conquistou o 4º lugar geral, mantendo-se entre as cinco melhores ligas do Brasil. Sob comando do Sensei Tutankamon, os atletas de Rio Verde demonstraram alto nível técnico e contribuíram diretamente para o excelente desempenho da delegação sulmatogrossense.

 Medalhas de Ouro

Rafael Alves Benites – Sub-11 até 42 kg

Samuel Dutra – Aspirante A

 

Medalhas de Prata

Ana Clara Pimenta – Sub-9 até 24 kg

 Thamara Nogueira – Master 1 até 56 kg

 

Medalhas de Bronze

Samuel Dutra – Sub-18 acima de 90 kg

 Ilie Sousa – Sênior até 73 kg

 Thamara Nogueira – Sênior até 56 kg

 

5º Lugar

Ilie Sousa – Sub-21 até 73 kg

 

Os resultados reforçam o protagonismo de Rio Verde na formação de atletas de destaque no judô, mostrando a força do trabalho desenvolvido na região norte do estado.

 Além do excelente desempenho de Rio Verde, outros atletas da LMSJ também obtiveram resultados expressivos, contribuindo para a conquista do 4º lugar geral.

 

Campeões – Ouro

Jeferson Arruda (Master 5), Ana Cristina (Master 4 e Master 3), Alex Sandro (Master 4 e Master 3), Osvaldo Junior (Master 4 e Master 3), Angela (Master 4 e Master 3), Gabriel Marcelo (Sub-21), Mariana Gomes (Sub-15), Luisa Romanelli (Sub-11 e Sub-13), Kelvin Garcia (Aspirantes), Mariana Fernanda (Sub-11), Rafael Benites (Sub-11), Samuel Dutra (Aspirante), Adelia Nogueira (Sub-11), Maria Luiza (Sub-7), Alex Sandro e Arthur Oliveira (Katar), além de Alex Sandro premiado como Melhor Árbitro do evento.

 

Vice-campeões – Prata

Jeferson Arruda (Master 4), Fabiano Sena (Master 1), Thamara Nogueira (Master 1), Juan Kelvin (Sub-18), Maria Vitória (Sub-13), Luana Silva (Sub-11), Ana Clara (Sub-9) e Nicolly Oliveira (Sub-9).

 

Terceiros colocados – Bronze

Fabiano Sena (Master 2), Thamara Nogueira (Sênior), Elie Sousa (Sênior), Arthur Oliveira (Sub-18), Samuel Dutra (Sub-18), Anelize Ferreira (Sub-15), Lucas Eduardo (Sub-15), Nathan Vitalino (Sub-11) e Antôny Gabriel (Sub-9).

 

5º Lugares

Ilie Sousa (Sub-21), Kelvin Garcia (Sub-18), Gabriel Marcelo (Sub-18), João Pedro (Sub-15) e Jean Paulo (Sub-15).

 

Um resultado que reforça a força do judô sul-mato-grossense

 A atuação da LMSJ e, especialmente, da equipe de Rio Verde, confirma a evolução técnica da liga e o comprometimento dos atletas, treinadores e familiares. O desempenho sólido mostra que o judô do Mato Grosso do Sul segue em crescimento e competitividade em nível nacional.

Com informações de onortenews.com.br

Cavalo pantaneiro será destaque em série mundial da National Geographic

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A relação entre o homem, o cavalo e o bioma pantaneiro ganhará projeção internacional com o episódio “Cavalo Pantaneiro – Tradições e Costumes do Brasil”, parte da série documental Humans & Horses, produzida pela National Geographic. A obra foi filmada no coração do Pantanal Sul-Matogrossense e lança luz sobre a importância histórica e cultural dessa raça genuinamente brasileira.

A produção é uma coprodução Brasil-Argentina, dirigida por Ignacio Sanchez Sorondo (Nacho Saso), da Sin Atajos Films & Jumara Films, em parceria com a Escrivano Produções.

A raça que nasceu do Pantanal

O Cavalo Pantaneiro é reconhecido pela rusticidade, resistência e capacidade incomparável de trabalhar em um dos biomas mais desafiadores do mundo. Adaptado às cheias e secas do Pantanal, ele desenvolveu características únicas: casco forte, agilidade, inteligência e excelente aptidão para o manejo do gado.

Historicamente, o cavalo pantaneiro foi fundamental para a lida pantaneira e para operações militares — incluindo seu papel marcante na Guerra do Paraguai. Hoje, segue como um dos símbolos mais autênticos do campo sul-mato-grossense, preservando um elo profundo entre tradição, trabalho e cultura regional.

Tradição e identidade

O episódio retrata como o cavalo pantaneiro acompanha, há séculos, as famílias que vivem na planície alagada. A narrativa resgata desde o uso do cavalo na Guerra do Paraguai — quando foi fundamental para a atuação do Exército Brasileiro na região — até sua importância atual, como parceiro de trabalho e símbolo de resistência.

As gravações foram realizadas em propriedades tradicionais, incluindo fazendas da família Bacchi de Araújo, trazendo à tela o cotidiano pantaneiro, seus trajes, sons, modos de vida e a interação direta entre cavaleiros, boiadeiros e o ambiente único do Pantanal.

Reconhecimento internacional

Embora o episódio brasileiro seja um dos destaques, a série também percorre países da Ásia, Europa e África, criando um panorama global sobre a relação entre diferentes povos e seus cavalos. Depois da estreia no National Geographic, o conteúdo também estará disponível no catálogo do Disney+.

Importância para o setor equestre

Para o universo equestre, a presença do Cavalo Pantaneiro em uma produção de alcance mundial representa uma vitrine valiosa. A série reforça o valor genético, funcional e cultural da raça, além de ampliar o reconhecimento internacional do cavalo brasileiro.

A visibilidade também abre espaço para que criadores, treinadores, pesquisadores e apaixonados pela raça utilizem o documentário como ferramenta de divulgação, educação e fortalecimento da identidade pantaneira.

Pontos para acompanhar

  • A data oficial de lançamento do episódio ainda será divulgada.
  • O episódio promete destacar detalhes da rotina pantaneira e depoimentos de quem vive o dia a dia com o cavalo.
  • A série pode inspirar novos projetos audiovisuais e culturais ligados ao turismo, às tradições e ao cavalo brasileiro.

Com informações do Midiamax
Fotos: Reprodução/Internet

Rio Verde do Pantanal: audiência no STF aproxima mudança histórica no nome da cidade

Postado por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS | quinta-feira, 13 de novembro de 2025 | Categorias , , ,

 

Des. Carlos Contar (TRE-MS), dep. Gerson Claro (ALEMS), sen. Tereza Cristina, pref. Réus Fornari (Rio Verde-MS) e sec. Marcus Vinícius Perez em audiência no STF sobre a mudança para Rio Verde do Pantanal.
Des. Carlos Contar (TRE-MS), dep. Gerson Claro (ALEMS), sen. Tereza Cristina, pref. Réus Fornari (Rio Verde-MS) e sec. Marcus Vinícius Perez em audiência no STF sobre a mudança para Rio Verde do Pantanal. - (Foto: Divulgação)


Na manhã desta terça-feira (11), um grupo de lideranças de Mato Grosso do Sul atravessou os corredores de um dos prédios mais importantes do país, o Supremo Tribunal Federal, em Brasília. O motivo era mais simbólico do que burocrático: dar um passo formal para que Rio Verde de Mato Grosso passe a se chamar, oficialmente, Rio Verde do Pantanal. O prefeito Réus Fornari liderou a comitiva. Foi a primeira vez que um prefeito da cidade se reuniu com uma ministra do STF. A audiência aconteceu no gabinete de Cármen Lúcia, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e teve um único ponto de pauta: a mudança do nome da cidade.

Ao lado do prefeito estavam a senadora Tereza Cristina, o desembargador Carlos Eduardo Contar, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de MS, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gerson Claro, e o secretário-executivo de Gestão Política da Capital, Marcus Vinícius S. Perez. A reunião foi curta, mas direta. Os representantes sul-mato-grossenses apresentaram os argumentos que sustentam a proposta de alteração.

A ideia de mudar o nome não é nova. Já há alguns anos, moradores e lideranças locais defendem que a cidade assuma no nome aquilo que já carrega na paisagem, na cultura e na identidade: sua ligação com o Pantanal. Conhecida informalmente como “Portal do Pantanal”, Rio Verde quer deixar de ser só referência geográfica e passar a carregar esse reconhecimento também nos documentos oficiais.

Durante a conversa, foram apresentados dados históricos, culturais e técnicos que justificam a proposta. A expectativa, segundo os envolvidos, é que a alteração não apenas fortaleça o sentimento de pertencimento da população, mas também ajude a impulsionar o turismo e a economia regional.

Segundo o prefeito Réus Fornari, o novo nome é mais do que uma mudança de letras. “Ele traduz o que somos, onde estamos e o que queremos valorizar”, explicou após a audiência. De acordo com ele, a ministra Cármen Lúcia demonstrou atenção à pauta e compreensão sobre a relevância do tema.

Ao final da reunião, ficou acordado que a assessoria jurídica do município enviará ao TSE o pedido formal de mudança. O processo será acompanhado pela equipe do prefeito, com expectativa de que o plebiscito — necessário para validar a decisão — tenha uma data definida em breve.

O movimento já tem apoio da Câmara Municipal de Rio Verde, da Assembleia Legislativa e de diversas lideranças estaduais. A votação entre os vereadores foi unânime. O mesmo ocorre com o respaldo político de parlamentares e representantes da administração estadual, o que reforça a base institucional da proposta.

Agora, o próximo passo depende do TSE. O tribunal deve analisar o pedido, autorizar a realização do plebiscito e, se a população aprovar, reconhecer oficialmente o novo nome do município.

O processo ainda tem etapas pela frente, mas o encontro em Brasília já foi um avanço importante. Para a cidade, é um passo que mistura história, orgulho e vontade de se apresentar ao país como parte viva do Pantanal.

A CRÍTICA

RIO VERDE MS: Festival Pantaneiro é dica de bate e volta para curtir música e natureza

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 Festival Pantaneiro é dica de bate e volta para curtir música e natureza

Bate-volta para Rio Verde é opção para curtir Festival e aproveitar (Foto: Rancho da Princesa)

Bate-volta para Rio Verde é opção para ver o Festival Pantaneiro e curtir as belezas da região. A 207 quilômetros de Campo Grande, Rio Verde de Mato Grosso é o tipo de destino que combina descanso e natureza perto da Capital. Nos dias 13 a 15, a cidade abre as portas para quem quer conhecer a cultura e ainda aproveitar os rios e cachoeiras.

A festa tradicional reúne missa, cavalgada, música e homenagens à cultura do homem do campo. A programação começa com missa pantaneira às 19h na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. Antes disso, às 17h30, ocorre a abertura oficial na Praça das Américas, com apresentação cívico-militar e homenagem ao homem pantaneiro. À noite, sobem ao palco Endrealiça Safira, Isac Tubino e Fernando Rodrigues.

Na quinta-feira, dia 14, a manhã começa com a Cavalgada Cívica do Cavalo Pantaneiro, às 7h. À tarde acontecem palestras e, à noite, shows de Som Urbano, Patrícia Proença, Patrick Mariano e Marcos Viola, além de Adilson e Araújo.

Na sexta-feira, dia 15, o evento encerra com a tradicional prova do laço comprido, nas categorias profissional e amador, a partir das 6h. À tarde, apresentações de músicas pantaneiras tomam conta da praça. À noite, quem comanda os palcos é Alison Rodrigues, Leydione Riberto, Erço Fernandes e a dupla Cleison e Henrique.

Quem quer curtir a programação e aproveitar a natureza pode procurar os locais mais visitados para passar o dia ou pernoitar. Entre as opções estão os balneários 7 Quedas do Didi, Sítio Passarim, Paraíso das Cachoeiras, Balneário e Pousada Rancho do Cowboy, Pousada Rancho da Princesa, Quedas d’Água, Pousada Paraíso, Pousada do Guerreiro e o Hotel Serra Verde.

Cada um tem um estilo, mas todos compartilham o mesmo convite, relaxar em meio à natureza.

No Balneário e Pousada Rancho do Cowboy, por exemplo, o day use custa R$ 30 por pessoa, das 8h às 17h. O camping sai por R$ 70 a diária e o quiosque por R$ 150 o dia. Para quem prefere conforto, há kitnets com ar-condicionado, varanda com geladeira, fogão e churrasqueira, por R$ 500 o casal e R$ 60 por pessoa extra.

Festival Pantaneiro é dica de bate e volta para curtir música e natureza
Festival Pantaneiro é dica de bate e volta para curtir música e natureza
Trilha de 3 horas é opção para quem gosta de curtir a natureza com adrenalina (Foto: Igrejinha)

O apartamento mais simples fica em R$ 120 por pessoa. O Rancho fica na BR-163, km 690, zona rural. Já o Balneário Sete Quedas do Didi, um dos mais conhecidos da região, cobra R$ 60 a entrada e R$ 200 pela hospedagem, que inclui ar-condicionado, TV e geladeira. O local fica às margens da MS-427, na segunda entrada, e é um ponto de parada tradicional para famílias e grupos de amigos.

Para quem gosta de aventura, a Trilha da Igrejinha é uma das experiências mais completas de Rio Verde. São 5 quilômetros de caminhada leve, com duração média de três horas, passando por mirantes como o do Pantanal, o do Caminho Velho e o dos Buritis.

O passeio custa R$ 150 por pessoa ou R$ 130 para hóspedes e inclui condutor e seguro. Também dá para optar pelo combo Trilha + Day Use, que sai por R$ 200. Outras opções são a Trilha do Pôr do Sol e a do Riacho, ambas por R$ 80. As hospedagens da propriedade variam entre chalés, que custam R$ 200 por pessoa, kombis adaptadas por R$ 150 e área de camping por R$ 130.

Quem busca sossego encontra no Rancho das Princesas um refúgio silencioso, com diárias de R$ 250, ideal para descansar sem pressa. O lugar não oferece day use, mas compensa com o clima rural e paisagens. É preciso checar disponibilidade de reservas.

De Campo Grande a Rio Verde de Mato Grosso são cerca de 2h30 a 3h de carro. O trajeto segue pela BR-163 até o trevo de São Gabriel do Oeste, de onde se acessa a MS-430, que leva direto ao destino. A estrada é asfaltada e tranquila. Também há ônibus saindo da Rodoviária de Campo Grande, com passagens entre R$ 80 e R$ 110. O tempo médio da viagem é de até 4 horas.

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