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terça-feira, 24 de setembro de 2019
RIOVERDEMS | Por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS

Puccinelli chama ex-colegas de mesquinhos e antiéticos


Perdendo prefeitos para outros partidos, o presidente regional do MDB e ex-governador do Estado, André Puccinelli, disse durante a convenção do PTB, no fim de semana, que nenhum dos que se desfiliaram seguiram para outra agremiação por conta de ideal político. Crítico com aqueles que deixaram o partido, o líder emedebista chegou a dizer que são mesquinhos e antiéticos. 
O partido, que já teve maioria na Câmara Municipal de Campo Grande, comandou a cidade por 16 anos, sendo dois mandatos de Puccinelli e dois do atual senador Nelson Trad Filho, que migrou para o PSD, e o governo do Estado por oito anos, tem diminuído em número de mandatos. 
Na eleição de 2018, o então deputado Junior Mochi desistiu da reeleição para representar a sigla como candidato ao Executivo de Mato Grosso Sul. O nome dele foi o terceiro a ser anunciado como  candidato pelo partido, que antes teve o de Puccinelli, o qual desistiu do pleito porque foi preso durante a pré-campanha – conseguiu a liberdade apenas em dezembro – e indicou a senadora Simone Tebet para concorrer. A parlamentar chegou a aceitar o desafio, porém, desistiu, então Mochi assumiu a responsabilidade, contudo, não conquistou êxito.
De acordo com o ex-governador, o momento é de arrumar os diretórios para que em 2020 tenham candidatos aptos a concorrer. 
“Pretendo ajudar o partido, estamos achando novas lideranças e vamos renovar. Porque quem sai trocando por uma coisa ou outra não é correto”, destacou.
O número de deputados estaduais na bancada emedebista depreciou-se na Casa de Leis. Em 2014, foram eleitos seis nomes do MDB para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS), porém, em 2018, apenas três conseguiram se reeleger, Eduardo Rocha, Márcio Fernandes – que em 2014 era do PT do B – e Renato Câmara. 
No Congresso Federal, também houve uma queda nas cadeiras do MDB sul-mato-grossense. O partido teve um deputado federal eleito, Carlos Marun e, em 2018, nenhum nome da sigla conseguiu uma cadeira na Câmara dos Deputados. O Senado Federal também teve baixa do MDB. O ex-senador Waldemir Moka não conseguiu a reeleição, ele teve 15,48% dos votos e ficou em terceiro lugar, perdendo para Nelson Trad e Soraya Thronicke (PSL).Os resultados do partido nas urnas têm impactado diretamente nos números de filiados. Alguns prefeitos que se elegeram em 2016 migraram de partido e o principal destino foi o PSDB, que vem crescendo em número de mandatos e reelegeu o governador Reinaldo Azambuja. Na visão de Puccinelli, a mudança não é por ideal político. “Dos que foram, nenhum pensou eu, nenhum foi por ideal. Dos que foram, alguns me disseram que lá teriam benefícios que se ficassem no MDB não o teriam. Quem faz isso é mesquinho, antiético e não serve para fazer política de alto nível”, endureceu o discurso. 
Ainda na visão do ex-governador do Estado, ex-filiados do MDB deixaram o partido por conta de dinheiro e devem ter seus resultados.  “E quem trocou por dinheiro vai ter o retorno do povo lá na frente”. 
Como presidente regional da sigla, Puccinelli afirma que deve seguir a linha do PSDB e também conquistar novos filiados. “Como esses foram perscrutados, novos serão renovados. Eu estava em Ponta Porã e lançamos o nome do Luiz Renê do Amaral como pré-candidato a prefeito de Ponta Porã”. 
Correiodoestado
terça-feira, 24 de setembro de 2019

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