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quarta-feira, 16 de novembro de 2016
RIOVERDEMS | Por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS

Barcaças se soltam no rio Paraguai e Marinha vai investigar em MS


A Marinha vai investigar como barcaças se soltaram no rio Paraguai, no Pantanal de Mato Grosso do Sul, na terça-feira (15). As embarcações chegaram a bater na ponte que é o único acesso para Corumbá.
O comboio com 11 barcaças estava amarrado às margens do rio. Por causa dos ventos que passaram dos 70 km/h na manhã de terça-feira na região, elas se desprenderam e seguiram à deriva em direção à ponte sobre o rio Paraguai, na região do Porto Morrinho. Uma das barcaças chegou a bater em uma estrutura que fica perto dos pilares da ponte. Segundo a concessionária responsável pela ponte, a estrutura não chegou a ser danificada.Entre um pilar e outro, são 110 metros de comprimento, por isso é permitido passar apenas quatro barcaças mais o rebocador por vez, que juntos somam 25 metros de comprimento. Enquanto o rebocador faz a viagem, o restante do comboio fica atracado às margens do rio amarrado às árvores. Segundo o engenheiro André Garcia, responsável pela ponte, esse tipo de atracagem é irregular.
“Já está sendo recorrente esse tipo de situação. Apesar de ser muito comum essa amarração nas margens do rio para desmembramento, é uma ação irregular porque não tem ação da capitania fluvial da Marinha para determinar a forma correta de ser feita”, afirmou Garcia.
A ponte sobre o rio Paraguai é o único acesso rodoviário que liga Corumbá ao restante de Mato Grosso do Sul. Uma colisão de barcaças com a estrutura da ponte, além de ser perigoso para quem trafega por lá, pode causar prejuízos para a economia da região.
Em agosto de 2014, houve um episódio parecido: uma barcaça se chocou com um dos pilares da ponte. Ela também se soltou do comboio. O acidente danificou a estrutura da ponte que recuou cerca de 19 centímetros. Na época, caminhões pesados não podiam trafegar no trecho porque havia risco de desmoronamento. Muitos caminhoneiros perderam dinheiro.
A Capitania Fluvial da Marinha deve investigar o caso. Segundo as normas e procedimentos da Capitania Fluvial do Pantanal, as barcaças devem ser amarradas e desmembradas em locais definidos pela Marinha do Brasil. Os comandantes dos rebocadores são os responsáveis por essa amarração. A fiscalização é feita durante inspeções navais.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016

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