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segunda-feira, 13 de julho de 2020
RIOVERDEMS | Por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS

Vítima de latrocínio, comerciante foi amordaçada e morta com 8 facadas no pescoço


A Perícia apontou que Liane Aparecida de Arruda, 51 anos, foi amordaçada e assassinada com 8 facadas no pescoço. A comerciante de Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande, foi vítima de latrocínio, roubo seguido de morte, neste domingo (12).

Conforme a Perícia, a vítima tinha 8 perfurações, sendo metade do lado esquerdo do pescoço e metade do lado direito. Além disso, o delegado plantonista da Polícia Civil, Willian Rodrigues, informou que a vítima estava amordaçada quando foi encontrada.

Também segundo a autoridade, o autor do crime teria utilizado um canivete ou objeto cortante similar. A partir da cena do crime, o caso passou a ser tratado como roubo qualificado, se da violência resulta morte, ou latrocínio.Momentos após o corpo da vítima ser encontrado, o carro, um Fox preto, foi localizado perto do Aeroporto Internacional de Corumbá. Dentro do veículo foram apreendidos garrafas de cerveja, a CPU com as imagens das câmeras de segurança do restaurante da vítima e um pó branco que poderia ser droga. Ainda havia manchas de sangue na maçaneta da porta.

Entenda o caso

O corpo de Liane Arruda foi encontrado na manhã deste domingo, após um funcionário estranhar a demora da comerciante em abrir o estabelecimento. A testemunha chegou por volta das 7 horas e depois de esperar, foi até a casa da irmã de Liane.Assim, com a ajuda de outras pessoas, conseguiram entrar na casa da vítima. Eles começaram a procurar por Liane, até que a encontraram morta em um dos cômodos. A princípio a informação é de que o dinheiro que estava no cofre e na bolsa e as joias foram roubados.

Ainda havia envelopes de depósito bancário espalhados no quarto. Segundo o site Diário Corumbaense, Liane era muito conhecida na cidade e descrita pelos funcionários e clientes como uma pessoa gentil, educada e batalhadora.

“Ela levava a gente embora, assim que fechava o restaurante e todas as noites quando descia, ela dizia: ‘até amanhã’. Mas ontem foi a última vez que ela disse e esse até amanhã será nunca mais”, disse emocionada Ivone Santiago Pereira, que trabalhava com a vítima havia dois anos.

Midiamaxnews

segunda-feira, 13 de julho de 2020

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