quarta-feira, 27 de março de 2013
RIOVERDEMS | Por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS
Jack: O caçador de gigantes'
Nicholas Hoult sobe no pé de feijão de 'Jack: O caçador de gigantes' em cartaz do filme (Foto: Divulgação) As filmagens de "Jack: o caçador de gigantes" começaram há dois anos nos estúdios Elstree, em Hertfordshire, a cerca de duas horas de Londres. Para observar a equipe de produção e o atores, era preciso ficar por detrás dos monitores. Enquanto isso, em frente a uma enorme tela azul, o ator Ewan McGregor atuava vestido de guerreiro, com armadura e espada. Ele ouviu os conselhos do cineasta Bryan Singer, trajando boné e bermuda.
Em certo momento, o diretor norte-americano, de "X-Men: O filme" e "Superman: O retorno", decide coordenar o filme ao lado dos jornalistas presentes no set. Faz isso olhando para um computador - algo raro em visitas a sets de filmagens. "Jack: O caçador de gigantes" é baseado no clássico conto britânico que, no Brasil, é conhecido como "João e o pé de feijão". Com orçamento inchado, o longa-metragem teve sua estreia adiada varias vezes devido a estratégias da distribuidora e chega no Brasil nesta sexta-feira (29).Os cenários do filme eram enormes, com um castelo construído do lado de fora do estúdio, por exemplo. Os jornalistas convidados para o passeio ficaram meio sem entender como aquilo funcionaria no filme. Entre uma tomada e outra, uma enorme equipe aprontava os últimos detalhes entre câmeras, figurinos e cenografia. O processo de filmagem é exaustivo. O G1 acompanhou uma cena em que Elmont, personagem de McGregor, e Jack (Nicholas Hoult), atravessam de uma trepadeira para outra, deslizando em um cabo. Na realidade, só havia uma trepadeira, mas os atores estavam em uma altura perigosa. Uma queda não seria bem-vinda.
Um ventilador gigante ao fundo dava a impressão de que eles estavam no topo de um penhasco. Na cena, Jack pergunta para Elmont: "Eu estou morto?". E ele responde com tom de graça: "Ainda não". Além disso, um corvo de verdade voava pelo cenário - um pássaro digitalizado sairia muito caro. As filmagens em tela azul são sem graça, relata a equipe do longa. Porém, nos monitores, usando óculos 3D, tudo parecia fazer muito mais sentido. A qualidade das imagens era espetacular. Durante a visita ao set, raramente o diretor fez uma pausa para conversar com os jornalistas. Bryan Singer quebrou o protocolo e foi extremamente atencioso.
quarta-feira, 27 de março de 2013










