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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
RIOVERDEMS | Por PORTAL RIOVERDE NOTICIAS

Em 2015, dois brasileiros foram executados na Tailândia por tráfico; nem pedido da Presidência da República conseguiu perdão

 


Em abril de 2015 dois brasileiros presos na Indonésia por tráfico de drogas foram mortos por fuzilamento, após serem condenados à morte pelo país.  Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, e Rodrigo Gularte, de 42 anos.

Instrutor de voo livre, Archer havia sido preso em 2004, ao tentar entrar na Indonésia com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta. A droga foi descoberta pelo raio-x, no Aeroporto Internacional de Jacarta. Ele conseguiu fugir do aeroporto, mas duas semanas depois acabou preso novamente.Já o paranaense Gularte foi preso em julho de 2004 depois de tentar ingressar na Indonésia com 6 quilos de cocaína escondidos em pranchas de surfe.

As leis da Indonésia contra crimes relacionados a drogas estão entre as mais rígidas do mundo e contam com o apoio da população.Na semana passada três brasileiros foram presos entrando no país no aeroporto de Bangkok, na Tailândia,segundo as autoridades. Eles são investigados por tráfico internacional de drogas. De acordo com comunicados das autoridades tailandesas, divulgados na imprensa do país asiático, foram apreendidos com os brasileiros 15,5 quilos de cocaína.Entre os presos está Mary Helen Coelho Silva, de 21 anos. Ao ser detida, ela enviou um áudio para a irmã, pedindo ajuda:

“Eu vou te passar o contato do doutor Edson, por favor liga pra ele. Fala pra ele fazer alguma coisa. Fala pra ele mandar a gente pro Brasil, pra gente responder lá”.A possibilidade de extradição é remota. Em 2015 a então presidente Dilma Roussef pediu para que as penas de morte dos brasileiros fossem transformadas em perpétua e ela não foi atendida. Na época o episódio chegou a render um incidente diplomático entre o Brasil e a Indonésia.

Em fevereiro de 2015, Dilma decidiu adiar o recebimento das credenciais do novo embaixador da Indonésia em Brasília para reavaliar a situação bilateral entre os dois países. Em represália, o Ministério das Relações Exteriores indonésio chamou de volta ao país o então embaixador no Brasil, Toto Riyanto, e convocou para uma reunião o então embaixador brasileiro em Jacarta, Paulo Soares, que deixou o comando da chancelaria indonésia em março daquele ano.De acordo com o Itamaraty, a presidente Dilma Rousseff enviou carta ao presidente indonésio, Joko Widodo, pedindo a suspensão da pena de morte em razão do “quadro psiquiátrico” do brasileiro.

Gularte havia diagnosticado com esquizofrenia por dois relatórios médicos em 2014. Em março de 2015 uma equipe médica reavaliou o brasileiro a pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado do laudo não foi divulgado.Familiares e conhecidos relataram que Gularte passava seus dias na prisão conversando com paredes e ouvindo vozes. Dizem que ele se recusava a tirar um boné, que usava virado para trás, alegando ser sua proteção.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

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